terça-feira, 25 de outubro de 2011
The product and brand mythology
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sprinkles and sparks
That can be perceived from episode 6 season 3, after it was aired certain questions where aroused by the show, questions related with a certain book where post in Yahoo. The scene where that problem solving object is showed, is a perfect example in how to spark curiosity in the viewer, creating a perfect anchor in the story continuity, useful for different approaches, in this case, curiosity streamed to a scientific or fictional content.
These familiarising references, in the form of stories or facts, are visible elements in any learning process. There are other, less visible aspects, though also of great importance, which can be considered in the field of cryptic knowledge.
The Criptic knowledge is an element of the dramaturgical basic structure and can for example contain new, current and exclusive information, which the viewer obtains through accomplishing a certain task. Cryptic knowledge can also include rumors, symbols, etc. (Burmester, Gerhard & Thissen, 2005).
This cryptic information plus a well and subtle product placement environment contribute to a high quality underneath cryptic area, the structure supporting the story and assuring the continuity in a future troubled terrain.
Mentioning multiverses and using a well used multi track content, this show, conveys a round and circular continuity ensuring, if well managed, the survival and the continuity of the show.
Burmester, Michael., Gerhard, Daniela & Thissen, Frank.(2005). Dramaturgical E-Learning Strategy (D.E.S.) - evaluation of a story based approach. Proceedings of the 4th International Symposium for Information Design 2nd of June 2005 at Stuttgart Media University. KIT Scientific Publishing.
domingo, 9 de maio de 2010
O tumulto revela a verdadeira estrutura.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Novos paradigmas no tratamento da informação
Os indivíduos com pouca capacidade critica e mal informados estão mais expostos e vulneráveis. O formando para além da análise de informação externa deve também conseguir produzir informação num óptica e perspectiva pessoal.
Os jovens actualmente têm contacto com conteúdos muito diversificados, por via da diversidade das tecnologias disponíveis - Internet, televisão, consolas, Ipods, telemóveis, smartphones, sendo mesmo segundo os autores, exímios em lidar com as várias fontes e tipos de informação em simultâneo. Enquanto no passado o consumo da música, o entretimento, a cultura e a aprendizagem se processava em compartimentos estanques com um tempo próprio para serem vividos, hoje em dia os diversos momentos sobrepoem-se e cruzam-se em todo o instante.
Não significa no entanto mais saber e mais competências interpretativas. Como referem os autores do estudo, os jovens <<>> dispersando permanentemente a atenção e desencadeando um acentuado e generalizado <>.
Os dois investigadores sugerem como, as medidas tomadas no âmbito da literacia e do desenvolvimento de competências não potenciam as novas capacidades que os jovens estão a desenvolver.
Segundo os autores deste estudo a solução não deveria estar na procura ou na recuperação de comportamentos perdidos, mas conduzir as potencialidades que estes jovens claramente detêm a patamares que os motivem, a exercitar as capacidades cognitivas e informativas com a informação que obtêm. Canalizando para a sala de aulas os vários saberes que os alunos adquirem no dia-a-dia de forma monolítica e cruzá-los com os conteúdos dos programas escolares.
A destreza lógico dedutiva facultada pelos jogos aos jogadores se fosse transposta para a sala e aula estimularia de forma mais eficaz os estudantes para a resolução de problemas. O mesmo poderia ser feito com a música, o cinema e as séries telivisivas. Não nos podemos manter numa nostalgia e tentar recuperar à força padrões de leitura não pertencentes ao futuro nem ao presente.
O que está em causa são os recursos de informação, a maneira de os utilizar e o papel da mediação. Sobretudo ter a percepção da amplitude dos recursos. Os formadores necessitam da capacidade para a descodificar, interpretar, processar, transformar.
O objectivo é dotar os formandos de autonomia para que ao longo da vida consigam adaptar-se aos contextos dinâmicos em que se inserem, mantendo-se info e digitalmente incluidos de modo a acompanhar os ritmos da sociedade em que vivemos.
Devendo ser desenvolvido um modelo educacional capaz de articular as novas exigências com as já existentes. Sendo necessária uma reviravolta que dote os alunos de capacidades interpretativas e os torne progressivamente mais exigentes, críticos e reflexivos.
Referência: web.letras.up.pt/eLit/
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Adicionando uma história
A visão resultante do presente estudo conduz-nos a uma reflexão do percurso de aprendizagem como uma estratégia desenvolvida num determinado tempo e espaço, munida de referências simbólicas, estrategicamente pensadas como momentos lúdicos, vindo a alterar o interface conceptual do módulo criado pelo formador. O avanço tecnológico das ferramentas digitais na construção e partilha de conteúdos, permitem-nos em vez de avançar para uma fase abstracta de comunicação, voltar atrás no tempo e construir um percurso místico utilizando um veiculo comum do interesse humano, o contar de uma história.
Relacionar não é apenas uma questão de referências mas também de práticas. Numa prática de ensino bLearning, na vertente online a analogia com uma peça de teatro utilizada na norma IMS-LD, baseia-se num guião, ou seja, a adaptação de uma história.
Na sociedade actual há um veiculo predominante na transmissão de conhecimento. A melhor forma de vender um produto é criando desejos e sonhos, o filme tem a capacidade de disseminar imagens ideias e valores pelo mundo (PUTTNAM, 1997). Num filme os objectos significados são envoltos numa história, essa história apresenta ainda, quais as atitudes na utilização desses objectos numa perspectiva de valores e identidade, todos estes elementos são estruturados e apresentados numa forma de entretenimento.
Estamos a caminhar rapidamente para uma era onde os valores de entretenimento poderão facilmente dominar a venda de produtos de educação ou informação (PUTTNAM, 2000). Uma perspectiva cada vez mais actual, observada em vários contextos, numa sala de aula quando perante um questão, o formando recorre como ferramenta de investigação a uma plataforma de entretimento como o Youtube, são colocadas questões recorrentes para quem desenvolve conteúdos de ensino aprendizagem. Lutar contra? Ou reformular as estratégias de construção de módulos de ensino aprendizagem?
Algumas ferramentas como o Qarbon Camtasia e o Adobe Captivate são já um contributo para uma reformulação das práticas de construção. Combinando um registo sonoro e áudio permitem ao designer de conteúdos de aprendizagem a recuperação dos materiais existentes dos modelos tradicionais e a adaptação para novos modelos dos módulos de ensino-aprendizagem. Nestes pode reforçar a componente narrativa com a inclusão de exemplos audiovisuais, apresentações e esquemas, expondo novos modelos de relações e criando uma ponte entre o tema do módulo com outros temas associados.
PUTTNAM, David - Undeclared war: struggle for control of the world's film industry. : HarperCollins, 1997. ISBN 0002556758. 320p. PUTTNAM, David - Movies and money. : Vintage, 2000. ISBN 978-0679767411. 346p.
sábado, 8 de agosto de 2009
RESUMO SIMBÓLICO
A configuração lúdico e abstracta, apresentada neste trabalho, representa um jogo de peças, por analogia, um lego onde os elementos para alem de estarem agrupados numa determinada ordem para garantirem um solidez mínima do processo de aprendizagem e assim formarem vários reservatórios com ligações entre si, devem servir outro propósito, não tão explicito, esta dupla função remete-nos para a analogia com o Palácio da Memoria, a possibilidade de referenciar informação através de símbolos (SPENCER, 1985).

Esquema alegórico da mutabilidade dos momentos âncora de um módulo de ensino.
O facto de ser utilizado um meio digital agiliza um processo de reformulação e adaptação das tais peças de construção e permite uma mutabilidade das formas crípticas simbólicas, pontos emotivos positivos, utilizados como âncoras de memória na criação de relações em futuras aprendizagens ou tarefas. No estrato digital acontece a verdadeira respiração do módulo, a possibilidade de responder a reformulações no foco de atenção do formando, a possibilidade dentro de um largo horizonte criar mutabilidades na forma das coisas e dos elementos, experiências positivas, para mais tarde recordar... Estes elementos estão interligados com os alicerces desta forma mutável sendo a sobrevivência e longevidade desta garantida pela qualidade das relações construídas, conteúdos criados e conteúdos referenciados no processo de ensino aprendizagem.
O mesmo processo de resumo simbólico, é observado no estudo da História, observado nos historiadores ao transformarem colectividades e entidades em “quase personagens", assemelhando-se a heróis singulares (CHARTIER, 1994, p. 4).
Sucede os mesmo nas salas de aula, relativamente à história, nas narrativas criadas por estudantes constata existir uma apropriação uma tendência em transformar conhecimentos sobre processos históricos mais complexos em narrativas simplificadas (PEREIRA, 2003, p. 43). Por vezes simples palavras podem representar histórias inteiras, o crucifixo para a cristandade, a bastilha para a revolução Francesa (RÜSEN, 2001b, p. 6). Como refere o mesmo autor são narrativas abreviadas, contribuindo para uma compreensão rápida da informação histórica, são histórias desenvolvidas pela linguagem e servem como invocação de uma quantidade de factos.
Na experiência desenvolvida neste estudo o exercício ao ser relatado e contado, está ligado a várias matérias e acções. Esta é um situação corrente em algumas áreas nomeadamente na narrativa histórica, onde muitas vezes as palavras, símbolos ou imagens representam ideias ou factos. Essas narrativas simplificadas são utilizadas como alegorias do tempo e do significado (RÜSEN, 2001b) são narrativas simplificadas porque dispensam, para a sua compreensão, os detalhes mais complexos.
CHARTIER, Roger. A História Hoje: dúvidas, desafios, propostas. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 7, n. 13, 1994, p. 97-113.
PEREIRA, Maria do Céu de M. E. O conhecimento tácito histórico dos adolescentes. Braga: Universidade do Minho; Instituto de Educação e Psicologia. 2003.
RÜSEN, Jörn. Razão histórica. Teoria da história: os fundamentos da ciência histórica. Brasília: Editora da UnB, 2001.
SPENCER, Jonathan D. - The Memory Palace of Matteo Ricci: Penguin Books, 1985. ISBN: 0140080988